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terça-feira, 7 de abril de 2009

Temores. Tremores. Ou Três Amores?


Temo o que temia ser
E de tanto temer o que me tornei
Aprendi que o temor nos torna fortes
Sutil, irrisória é a sua atuação sobre o ser
Mas de impactos fortes e p
rofundos
Amadurece, cresce, entumesce;
Jamais se esmorece;
Jamais fenece.
Sou aquilo que mais amo e o que mais odeio.
Sou perfeita dentro da
imperfeição que me acomete.
Sou pura, sou suja;
Sou menina, sou mulher.
Sou o que sou

e sem ao menos se quer...
Sussurrar em teu ouvido
a doce canção que te embala os sonhos.
Hypnos, Morpheus;
todos te encontram lá no breu.
E como luz forte, incandescente
sou desejo indecente.
A lhe despertar.

Débora Goya



2 comentários:

Flôr de Azeviche disse...

Que texto mais belo!
E essa foto, sou apaixonada por ela ^^

Beijooos

Débora disse...

Obrigada querida, fico feliz que tenha gostado de um textículo meu!!!
Tb curto bastante essa foto!!! =D

Beijos!