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terça-feira, 3 de novembro de 2009

Republicando Sentimentos...

Hoje eu preciso gritar!

Quero um vento violento
Que não permita testemunhas
Para que eu possa gritar
A noite inteira num galope surdo.

Há muito esse brado me habita e
Já não o quero, preciso gritar
Até me sentir estéril ou impotente
Como a morte de um trovão.

Sou muitas pessoas destroçadas
E meus pedaços voam como
Folhas secas no bafejo do que
Grito no esplendor da lua

Que me fere.

Patrícia Gomes
(Alma do meu sonho)


Quero gritar tudo o que em mim calo, não quero mais ser poço de desejos ressequidos pelo tempo, daquilo que vejo de errado e não posso me pronunciar, da insatisfação de ser o universo paralelo de alguém.
Quero gritar meus medos, meus anseios e meus sonhos. Meu amor, minha ternura, minha volúpia e meu sexo.
E mesmo com a garganta rasgada, grito, porque acima de tudo desejo a liberdade. A liberdade de ser quem sou e livre do peso que me abafa, cala.


Um comentário:

Flor de Azeviche disse...

Vamos todas gritar!
Saudades...

Beijos